12 de Dezembro de 2015 - 18h54

Em cartaz: Cacá Bueno em “À espera de um milagre”

Com a pista molhada nos instantes decisivos da classificação, pentacampeão fica logo à frente de Marcos Gomes e espera contar “com toda a sorte que faltou ao longo do ano para ser hexa”
Em cartaz: Cacá Bueno em “À espera de um milagre” Fernanda Freixosa/Vicar

Fim de semana complicado para Cacá Bueno em Interlagos. Desde os treinos de sexta-feira (11) no Autódromo Internacional de Interlagos, o piloto da Red Bull vem enfrentando sempre algum tipo de contratempo. Após sofrer um acidente na sessão livre, o carioca viu a chuva que caiu no fim da classificação dificultar ainda mais sua situação na busca pelo sexto título da Stock Car.

Largando em 26º, uma posição à frente do rival na busca pelo campeonato, Marcos Gomes, Cacá é o primeiro a reconhecer que precisará de toda a sorte que não o acompanhou durante o ano para chegar ao fim dos 40 minutos de prova entre os quatro primeiros e torcer para que o líder da temporada não termine entre os 20 primeiros (a tabela abaixo ajuda a entender a matemática necessária para o hexacampeonato).

“Ô fim de semana complicado! Agora, a situação ficou ainda mais difícil. Mas... em Curitiba eu bati na largada, meu carro desligou, caí para último e consegui chegar em 11º; em Salvador, há dois anos, larguei em 24º e cheguei em segundo... estas coisas já aconteceram antes e podem acontecer amanhã (domingo). O risco aumentou muito tanto para mim como para o Marquinhos (Gomes). Garanto que ele preferia ver nós dois largando lá na frente, pois as chances de ele se envolver em alguma confusão seria muito menor. Para mim, a situação complicou demais! Os cinco primeiros do grid são muito fortes, em equipes muito boas, com carros muito bons. Mesmo que alcance, quando chegar lá na frente, eles já vão ter aberto uma distância muito grande. Vou precisar contar com toda a sorte que ainda não tive em 2015. Com chuva, lama, raio, safety car, padre louco invadindo a pista (risos)... qualquer coisa para que a corrida tenha alguma surpresa em só 40 minutos. Não vou ficar de ‘mi-mi-mi’, mas 40 minutos para uma decisão de título é muito pouco tempo. Em outros anos, a prova decisiva tinha uma duração maior, com até uma hora. Mas o regulamento é assim, então não tem muito o que fazer. Vou tentar me recuperar fazendo a corrida mais brilhante da temporada para comemorar o hexa. Foi um golpe duro, mas não vou baixar a guarda. Quem sabe nas próximas 24h a sorte que não tive ao longo do ano não aparece na hora certa”, resumiu.

Além do carioca, Daniel Serra também sofreu com a chuva no treino classificatório. Serrinha se preparava para entrar no cockpit quando a chuva começou a cair. Além disso, durante suas voltas de classificação, uma peça se soltou do carro #29 da Red Bull Racing atrapalhando a melhor performance com pista molhada. Resultado: 29ª colocação.

“Essa chuva foi para ferrar tudo. Para completar, no meio da segunda volta (cada piloto tem direito a três voltas lançadas na classificação), alguma peça se soltou e ficou arrastando embaixo do carro e fazendo muito barulho, o que me atrapalhou bastante, pois, nas freadas, o carro simplesmente continuava reto. Do nada o barulho parou, mas não sabia o que tinha acontecido. Ainda melhorei a minha volta, mas não o suficiente. Pena, porque queria ter um bom resultado para terminar bem o ano”, explicou.

Com os líderes da temporada largando do fundo do grid, uma coisa é garantida para a 12ª e decisiva etapa da Stock Car 2015, que acontece neste domingo (13), a partir das 10h, com transmissão ao vivo da TV Globo, dentro do Esporte Espetacular: muita emoção.

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