9 de Junho de 2017 - 18h47

Julio Campos conta com histórico favorável em Cascavel

Piloto da Prati Donaduzzi já obteve bons resultados no circuito paranaense e fez o 4º tempo no treino livre
Julio Campos conta com histórico favorável em Cascavel Foto: Fernanda Freixosa/Vicar

O paulista Daniel Serra estabeleceu o melhor tempo dos treinos livres que abriram nesta sexta-feira em Cascavel a programação da quarta etapa da Stock Car. O piloto da equipe RC parou o cronômetro em 1min00s875 em sua melhor volta no primeiro dos dois grupos de 15 pilotos que entraram na pista de Cascavel, pouco menos de dois décimos mais rápido que o segundo colocado, Átila Abreu (Shell). Outro destaque da sessão foi o paranaense Júlio Campos, da Prati-Donaduzzi. No circuito onde conquistou alguns de seus melhores resultados - tem uma pole e três segundos lugares -, Campos foi superado também por Max Wilson (RC), mas fechou numa ótima 4ª colocação, confirmando a familiaridade com o veloz e desafiador traçado do oeste do Paraná.

Campos começou também a cumprir a expectativa otimista que cerca a Prati-Donaduzzi na rodada dupla deste domingo. A fabricante de medicamentos da vizinha Toledo tem Cascavel como "casa" e deve receber forte incentivo de seus colaboradores e moradores da região, que vão "empurrar" os carros roxos nas corridas. A equipe vem de um segundo lugar em Santa Cruz do Sul com Antonio Pizzonia, resultado que quebrou uma sequência de resultados abaixo do potencial e provocados por acidentes nas duas etapas iniciais.

"Acho que o fim de semana começou bacana. Não colocamos pneus novos. Aliás, só teremos pneus zero para a tomada de tempo, porque esta será uma pista em que vamos economizá-los para outras provas. Este jogo que usei hoje tem três pneus com pouco uso e um outro 'catado" que substitui um que ficou inutilizado. Nestas condições, os três décimos que tomamos hoje estão razoáveis. Vamos brigar lá na frente no qualifying", afirmou Campos.

Os ensaios foram realizados com sol, tempo firme e temperaturas baixas - por volta de 10 graus ambiente e menos de 30 no asfalto. Se provocou desconforto e tremedeira na área dos boxes, Campos disse que o frio é sempre bem-vindo. "Ele ajuda bastante, porque diminui o desgaste do motor e principalmente dos pneus. Na verdade, ajuda para tudo, até para os pilotos, que não sentem tanto dentro do cockpit quanto com o calor."

Se Campos classificou os treinos como bastante produtivos, Pizzonia não escondeu o desapontamento com o 16º lugar no geral. "Há alguma coisa muito fora do normal. O carro está muito difícil de guiar, com a traseira bastante instável. A dianteira também não está boa. Enfim, o carro não está reagindo às mudanças que estamos fazendo. Acho que o problema é muito grave. Vamos ter de fazer uma análise cuidadosa e ver o que está acontecendo", disse o amazonense.

A tomada classificatória está marcada para as 12h30, depois do segundo e último treino livre.

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